Acabei de me sentir covarde quando abri este blog e fechei sem ao menos escrever um mísera linha. Isto não deve acontecer mais.
Já escrevo tão pouco e ainda me nego nas parcas vezes em que me atrevo a contar algumas coisas.
Não sei como, mas não entendo o meu momento atual. Na realidade, nunca me entendi. As incertezas só vão mudando de nome. Introduzo então o namoro. Prazer nova incerteza! - digo eu.
Uma fase em que sempre quis estar me aflige demais. Inícios são sempre sofridos.
Ainda estou estudando o outro. Não sei se ele faz o mesmo.
Chegar perto é tão difícil. Há uma espécie de muralha. Precisa haver regras para essa aproximação?! Até que ponto é impedimento? Até que ponto é ausência de intimidade?
Será só do meu lado?
Será devaneio?
O que será então?
Há de ser algo. Não devo estar criando.
Ouvir de outrem as vezes norteia, mas pode tirar todo o magnetismo da bússola.
Sem mais, fico por aqui!